Metodologías activas para la educación emprendedora
experiencias con el Ideathon y el Juego del Castillo promovidas por una institución pública de educación superior
DOI:
https://doi.org/10.59901/2358-6516/v27n1a8Palabras clave:
Universidad Pública, Educación Superior, Innovación, Educación Emprendedora, Metodología ActivaResumen
En los últimos años, la importancia de la educación emprendedora ha cobrado relevancia en las universidades como una forma de preparar mejor a los estudiantes para afrontar los retos del mercado laboral. La propuesta de este artículo se basa en la comprensión de que la educación emprendedora va más allá de la creación de empresas, ya que promueve el desarrollo de competencias como la creatividad, la resiliencia, el trabajo en equipo y la adaptabilidad al cambio, habilidades esenciales en el contexto de las transformaciones continuas del mundo laboral. Este artículo tiene como objetivo presentar y analizar, entre las metodologías adoptadas por la institución, las prácticas de educación emprendedora desarrolladas por una institución pública de educación superior. Específicamente, se informa sobre dos enfoques: el Ideatón, una metodología de resolución de problemas, y el «Juego del Castillo», una metodología de juegos serios, ambos aplicados para fortalecer la cultura emprendedora entre los estudiantes de educación superior. Utilizando el método de relato de experiencia, el estudio describe, fundamenta y analiza la implementación de estas actividades en la Universidad Federal de Santa María (UFSM), a través de las iniciativas de la Rectoría de Innovación y Emprendimiento (PROINOVA). Los resultados demuestran que ambas metodologías fueron eficaces para fomentar el protagonismo estudiantil y ampliar la participación en el ecosistema emprendedor. El Ideatón movilizó a cientos de estudiantes en torno a la generación y validación de ideas de negocio, mientras que el Juego del Castillo fomentó el desarrollo de habilidades conductuales mediante el juego y la simulación de desafíos reales. Se concluye que estas prácticas contribuyen significativamente a la consolidación de una cultura emprendedora en el entorno universitario, alineada con las directrices institucionales y las políticas públicas de innovación.
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